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sábado, 25 de setembro de 2010

DEZ NOVAS INDÚSTRIAS SERÃO INSTALADAS EM FEIRA DE SANTANA


Dez novas indústrias estarão se instalando em Feira de Santana nos próximos meses, segundo anunciou o diretor do Centro Industrial do Subaé (CIS), José Mercês Neto. As que estão se instalando do CIS são dos mais diversos segmentos, que pretendem investir de R$ 150 mil a R$ 30 milhões, oferecendo milhares de empregos diretos e indiretos. A maior delas, a CP Indústria e Comércio de Móveis, de Pernambuco, irá se instalar no CIS oferecendo cerca de 600 empregos diretos, com possibilidade de gerar mais 1.200 diretos.

Segundo Mercês, com base no novo procedimento da Autarquia, os processos para instalação de novas empresas são analisados e deferidos ou não pelo Conselho de Administração, formado por 10 conselheiros. Então, analisando dez requerimentos de empresas querendo se instalar no CIS, todos os 10 foram aprovados. Segundo o diretor, o Município está esgotando suas áreas industriais e depende de decisão da Prefeitura para delimitar novas áreas.

Algumas destas indústrias, segundo Mercês, já existem em Feira de Santana, mas, estão fora do núcleo industrial e agora estão se relocando para áreas apropriadas às suas atividades. Entre elas estão a Alumínio Fortbrilho, Ecofeira, Indústria e Comércio de Reciclagem, Super Kid's e Firmino Artefatos de Cimento.

A Stambord, Indústria e Comércio de Artefatos de Borracha, por exemplo, é uma indústria feirense, associada à Star Pneus, que trabalha com pneus rígidos, e que vai reciclar resíduos de borracha oriundos de indústrias locais como Pirelli, Vipal e a Watt, entre outras. Segundo José Mercês, na verdade, foram 11 empresas aprovadas pelo Conselho Administrativo, mas uma delas, a Fototex, solicitou a retirada da sua solicitação.

Érica de Sá


http://www.bahiaeconomica.com.br/201..._NOTICIA=13149

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sexta-feira, 19 de março de 2010

Por do Sol no módulo VII poderá ser institucionalizado...

Por do Sol da UEFS



Show e vídeodocumentário sobre a Trilogia do Reggae na abertura do semestre

A Universidade Estadual de Feira de Santana dá início, segunda-feira (22), às 17h, ao Projeto Por do Sol, com o show Trilogia do Reggae, apresentado pelos reggaemen feirenses Gilsan, Jorge de Angélica e Tonho Dionorina. Logo após, haverá o lançamento do vídeodocumentário Trilogia do Reggae, produzido pelos cineastas Johny Guimarães e Volney Menezes e pela TV Uefs.

O espetáculo e o lançamento integram as atividades de abertura do semestre letivo 2010.1 que começa com a Aula Magna, às 8h30, no Auditório Central, proferida pelo professor Edmundo Fernandes Dias, da Unicamp.

O Projeto Por do Sol é promovido pelo Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca). A diretora do órgão, Selma Oliveira, revela que a iniciativa integra a proposta de extensão das atividades artísticas e culturais da Uefs. Conforme salientou, a comunidade universitária tem, há algum tempo, solicitado o uso do espaço situado no módulo 7 do campus, principalmente a partir das 17 horas. “O aspecto geográfico do local proporciona um bonito por do sol”, salientou.






Sinopse

O documentário sobre a Trilogia do Reggae, conta um pouco da trajetória artística de Jorge de Angélica, Dionorina e Gilsam - três reggae man feirenses que consolidaram seu universo musical de matriz africana.

O filme nasceu do desejo dos diretores Volney Menezes e Johny Guimarães de participarem do Bahia Afro Film Festival que acontecerá em maio na cidade de Cachoeira. O evento é capitaneado pelo cineasta Lázaro Faria, da Casa de Cinema da Bahia, com o apoio do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB) e do Ponto de Cultura Terreiro Cultural de Cachoeira.

“A principio, a intenção era produzir um curta de 10 a 15 minutos, porém com a cobertura de um show do grupo no bairro Rua Nova pela TV Universitária, percebemos a necessidade de ampliação da obra, já que o tema possui um vasto conteúdo”, afirmou Volney Menezes.




Prédio de Aulas do Módulo VII




Com a ajuda de uma pequena equipe, Volney e Johny produziram gravações em bares, ruas, residências e espaços de shows durante apresentações. “Ao longo de três meses ouvimos depoimentos dos três artistas, a fim de eleger pontos de discussão na construção narrativa, para compreensão do estilo musical de cada personagem e como eles encontraram elementos de convergência para propagar este tão estigmatizado gênero musical” revela Volney.

A maneira como os ritmos africanos influenciaram e influenciam o reggae foram um dos assuntos abordados. Para Volney, “a religiosidade afrodescendente, na qual as manifestações do candomblé, cerne de questões de uma história da resistência negra, se constituíram em outro ponto forte nas falas dos músicos”. Segundo o diretor, a militância ideológica e de pertencimento contida em suas composições são frutos das vivências de enfrentamento de uma realidade adversa nas periferias das cidades grandes.

O documentário de 49 minutos contou ainda com apresentações do trio no carnaval de Salvador e show no Pelourinho, palco das desventuras de muitos negros no Brasil escravocrata.

Volney e Johny são autores do documentário Chuvas de Março, que conta os desdobramentos da ditadura militar em Feira de Santana.

FSA, 17/03/2010

Ascom/Uefs.



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